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sexta-feira, março 09, 2012

Don't Ask Way - Capítulo seis!


(...)

---Vanessa---

--sonho--

  Eu, Zac e Sophie brincávamos na areia da praia. Corríamos, pulávamos, até juntamos várias conchinhas. Éramos uma linda família, e acima de tudo, muito feliz.

-Mamãe, quelo sovete.

-Sorvete meu amorzinho. De que você quer? –Respondi

-Molanguinho. –Disse fazendo carinha sapeca.

-Então vamos comprar um “sovete” de “molanguinho” para minha princesinhaaaaaaaaaa. –Disse Zac enquanto pegava Sophie no colo e a jogava pro alto, e depois a pegou de volta. Sophie gritou e riu ao mesmo tempo. Ela adorava essas brincadeiras com o pai. Fomos comprar o tal “sovete”. Sophie estava em seu colo, e eu ao seu lado, ele me abraçou com um dos braços, meu deu um beijinho suave, sorriu, também sorri, afinal eu estava muito feliz com as pessoas que eu mais amava no mundo...

--fim do sonho--

  Acordei feliz, queria muito que aquele sonho fosse verdade. Minha pequenina já tinha três aninhos e um mês, começava a perguntar sobre seu pai, eu sempre dizia que quando ela tivesse maiorzinha eu contaria. Mas era difícil não poder contar pra ela, mas uma coisa eu não escondia, sempre dizia que seu pai era maravilhoso, um homem bom, inteligente, carinhoso, educado, divertido, era perfeito, pelo menos pra mim era. Com certeza ele seria um pai maravilhoso para Sophie... Amanhã é aniversário do Zac, ele faz vinte e um anos, queria estar ao lado dele. Para lhe abraçar, e dizer que o amo, muito.

(Janeiro) 

-Mamãe, você não sabe, consegui entrar pra universidade.

-Nossa meu amor, que coisa boa. Fico muito feliz por você minha linda. –Minha mãe me abraçou forte. Agora que minha filha já estava grandinha, eu iria voltar a estudar, quero me formar em arquitetura. Dar o melhor pra mim mesma e pra minha filhinha.

-Sophie, mamãe chegou, vem ca?!! –Chamei, ela estava no quarto, assistindo seus filmes. Correu, me deu um abraço bem apertado. –Minha gostosaa! Mamãe tava com saudade de você amor.

-Eu tabém mamãe. –Disse e em seguida me deu um beijinho.

-Mamãe tem uma coisa pra te contar princesa. – Ela perguntou o que era. –Mamãe vai começar a estudar, na verdade, voltar a estudar.

-Legal. Cê vai pa quéche gual a mim mamãe?

-Não amor, a escola que a mamãe vai é de gente grande. –Disse sentando-me com ela no sofá.

-Aaaata.

(Maio)

  Comecei a faculdade. Estava fascinada, era tudo incrível, e muito diferente da realidade de colegial com a qual eu estava acostumada. Conheci pessoas bacanas, os professores também são legais. Só dava uma saudade danada da minha pequenina, mas o resto era maravilhoso.
 Essa “volta as aulas” me faz lembrar ainda mais de Zac, afinal, estudávamos juntos, não na mesma turma, mas na mesma escola. Ainda sentia muita falta dele.
 À três meses na faculdade, eu me intertia um pouco aqui. Esquecia um pouco as responsabilidades, voltava a ser apenas uma adolescente.

(...)

  Esse ano as coisas mudaram pra mim. Trabalhando e estudando, eu pude comprar um apartamento pra mim e pra Sophie, já tava na hora de sair da casa da minha mãe né?! Não  que eu não goste de lá, mas é que não gosto de dar trabalho a ela, e não agüentava mais morar de favor. Queria um cantinho só meu e da Sophie.
 Minha pequena ta linda, fez quatro aninhos dia nove de setembro (comentário da autora: esse é o meu aniversário. Eu tinha que participar de alguma forma,né?!! Rsrsrsr). Agora, em dezembro, véspera de ano novo, estamos na casa da minha mãe, mas amanha voltamos pra casa. Na verdade ainda estou pagando a prestações, até por que meu salário não é lá essas coisas todas, mas da pra viver bem, por enquanto.

(Março)

  Acordei com a Sophie me chamando, dizendo que a “tia Ash” tinha chamado a gente para ir a praia.

-Vamo mamãe, por favor?!!! –Fez aquela carinha que ninguém resiste.

-Meu amor, você não pode. Estava doente semana passada, lembra? E não é bom já ir a praia assim, você ainda não ta totalmente boa.

-Droga! –Ficou emburrada. –Você sempre ta trabalhando, e quando ta em casa nun pode sair comigo e com a tia Ash.

-Ooo filha, vamos a outro lugar então, mas a praia, não, você ainda não pode. É pro seu bem.

-Pra onde então? –Perguntou um pouco mais animada.

-Não sei, vou ligar pra Ash e combino com ela, ta bom?!

-Ta bom. –Agora ela já estava radiante novamente.

--ligação--
...

-Ta bom, então. Te espero lá. Beijo.

--fim da ligação—

-A gente vai pra onde mamãe? –Perguntou Sophie anciosa.

-Vamos ao zoológico.

-Ebaaaaaaaa. Adoro os animais. Eles são tão legais. –Tinha herdado o gosto por animais do pai.

-Vamos nos trocar então que jájá a Ash passa aqui pra a gente ir.

-Ta bom.

  Fui me arrumar, e depois ajudei a Sophie a se trocar também. Minha princesinha estava linda. E, modéstia a parte, eu também estava bem bonita. Cerca de meia hora depois a Ash chega lá em casa. Eram 14h00min. Fomos no carro da Ash (eu ainda não tinha um, afinal, dei prioridade a uma casa, mas logo logo, vou comprar um), chegamos em alguns minutos.
  Estávamos passeando pelo zoológico, vimos vários animais. A Sophie parecia hipnotizada, ficava fascinada com todos os variados tipos de animais. Era tão lindo vê-la feliz assim. Sempre que fazíamos um programa juntas ela ficava super contente, e quando o programa era zoológico então, ficava radiante.

-Mamãe, quero sovete. –Disse minha bonequinha.

-Ta filha, vamos comprar. Você vem Ash? –Disse me virando pra ela.

-Vou sim.

  Andamos em direção a sorveteria, que ficava um pouquinho distante dali. Sophie andava um pouco mais a nossa frente, então fomos conversando.

-Amiga, você não sente saudades não? –Perguntou Ash.

-De que?

-De um namorado, poxa vida, faz mais de cinco anos que você não namora ninguém. Você não sente falta de beijar na boca não? Por que eu sentiria. Rsrsrrsrs

-Ai Ash, sei lá. Não tenho tempo pra essas coisas. Tenho que estudar, trabalhar e ainda cuidar da minha filha. –Falei meio confusa.

-Certo, mas você deveria ter um tempinho pra você também.

-Mas não dá.

-Não dá, ou você não quer?

- ... talvez um pouco dos dois... mas isso não importa.

-Claro que importa Van. Você ainda ama o Zac não é? E é por isso que não quer se envolver com ninguém.

-É Ash, ainda o amo, e sempre irei amar. Mesmo que nunca possa viver esse amor. –Disse triste.

-Poxa amiga, como será que ele ta hein?! Já tem um ano o pouco que perdi novamente o contato com ele.

-Deve ta namorando, ou noivo. –Pensar nessa possibilidade me deixou muito triste

-Que nada amiga, ele ainda é louco por você.

-Era, mas deve ter encontrado alguém... melhor.

- ...

  Ash foi atras da Sophie, ela estava muito a nossa frente, e eu fui andando um pouco mais atrás delas. Sem querer esbarrei em um rapaz, que assim como eu vinha distraio.

-Me desculpa, eu estava distra... –Olhei para seu rosto, não podia ser. Eu conhecia aquele rosto suave, aqueles olhos azuis, aquele porte atlético, cabelos finos... Não podia ser, era ele.

   --//--

  Quem será????  ^^  Gostaram??? Eu achei esse capítulo legal, mas a opinião de vocês é a que realmente importa. Comenteeeeeeeemmmmmm!

          *Nos próximos capítulos: 

      -Quanto tempo Van...Você continua linda.. –Disse sem graça.

       (...)

      -Quem é esse mamãe??

      (...)

      -Posso te ligar depois? Pra a gente “colocar o papo em dia”? rsrsrs –Disse um pouco tímido.

     (...)

     Mais em:                 DON’T ASKWAY!!
                                                              
                                                      Bjinho!

quarta-feira, março 07, 2012

Don't Ask Way - Capítulo cinco!


  ---Vanessa---

  Quando a doutora colocou perto de mim, aquele pequenino e indefeso corpinho... Chorei de tanta emoção. Como podia alguém tão pequenina, ser tão linda e delicada. Com certeza minha bebê era linda, não pude observar muito, pois estava fraca, ela tinha me dado um trabalhão, mas agora, já nem me importava, só de ver aquela coisinha fofa pertinho de mim, me enchia de uma alegria da qual eu jamais havia experimentado sentir. Eu a amava, mais do que tudo nesse mundo, mesmo tendo acabado de conhecê-la, já tinha se tornado minha vida. Minha nova vida. Senti uma vontade enorme de proteger aquela criança que foi tirada de perto de mim, com a desculpa de que ela precisava ser banhada, e fazer exames. Me conformei, afinal, já tinha uma “vigia” esperando para vigiá-la lá fora.         Não me lembro de mais nada.
  Quando acordei minha mãe estava ao meu lado. Eu já estava em um quarto normal do hospital.

-Esta bem meu amor? –Perguntou carinhosamente.

-Estou sim, mamãe. –Olhei para os lados. –Onde está minha filha?

-Calma amor, a Ash tá com ela, já já, ela vem aqui. –Ufa, agora sim estou mais calma.

  Conversamos um pouco, ela queria saber como tinha sido. Confesso que não estava prestando muita atenção, queria mais era ver minha filha. Após alguns minutos, Ash entra no quarto.

-Adivinha quem veio ver a mamãe? –Falou com um enorme sorriso no rosto. Logo que vi que minha bebê estava em seus braços, também abri um enorme sorriso.

  Estendi os braços para a Ash, pedindo para que ela me entregasse aquela menininha fofa. Assim que a peguei no colo, não sei como explicar, mas senti uma sensação maravilhosa, acho que nunca estive tão feliz. Minha filha era linda, muito linda. Era uma mistura minha e do Zac. Imediatamente, quando a olhei me lembrei do pai dela. Aquele homem que tanto amo, e que eu gostaria que estivesse aqui do meu lado, dividindo esse momento tão lindo comigo.
  Era simplesmente a coisinha mais linda que eu já tinha visto. Me senti tão emocionada em saber que aquele era o fruto de um amor tão grande, que nada o faria acabar.

-Oi minha pequenina, ta gostando daqui de fora? Deve ta né? Aqui é bem mais folgado e limpinho que lá dentro.

-Van, ela é uma recém nascida não ta entendendo nada do que você ta falando. –Disse Ashley interrompendo minha conversa com minha filha.

-Ashley, fica quieta e deixa eu conversar em paz com a minha garotinha. –Voltei a me referir a minha filha. –Olha meu amor, eu sou sua mamãe, viu?! E eu vou cuidar muito bem de você. Você vai ser a garotinha mais linda, mais amada, mais paparicada do mundo todo meu amor. –Disse com cara de boba olhando pra aquela pequenina que dormia em meus braços, enquanto eu a acariciava.

 Tinha um rostinho angelical, olhos azuis, pele branquinha, os poucos cabelos que tinha eram castanho-escuro, buchechudinha. Ela tinha acordado, estava me olhando, tão calma. Sorri para ela na esperança de receber um sorrisinho de volta, mas ainda era muito pequenina. Dei um beijinho em sua testa, fiquei lhe fazendo carinho e conversando. Disse que ela adoraria a sua casa, que eu iria fazer tudo pra dar o melhor a ela, essas coisas de mãe coruja. Até que ela começou a chorar, minha mãe disse que deveria ser fome. Eu a amamentei era tão bom saber que tinha uma pessoinha que dependia de você, e melhor ainda saber que essa mesma pessoinha te ama, e que você também a ama muito. Ela adormeceu novamente, dessa vez em meus braços. Eu a deitei na minha cama e deitei junto com ela. Ficava a olhando, rindo feito boba, e acariciando seu rostinho angelical. Era uma sensação tão boa.

-Filha, você já decidiu qual vai ser o nome dela?-Perguntou minha mãe.

-Já sim mamãe. Ela vai se chamar Sophie. –Dei um sorriso bobo.

-Que nome lindo Van. Adorei. –Disse Ashley sorrindo.

-Também achei lindo meu amor.

-Claro, minha princesinha tem que ter um lindo nome, certo? –Falei olhando para a minha pequenina que dormia do meu lado.

-Claro. –Responderam Ash e minha mãe, como que num coro prefeito, e riram.

  Após alguns minutos, eu Ash e minha mãe conversávamos, e admirávamos minha pequena Sophie, que dormia calmamente, parecia um anjinho, meu anjinho. Uma pequena pausa na conversa, até que eu disse:

-Gente, eu to indignada com a doutora.

-Por que filha?

-Gente, assim que a Sophie nasceu, ela tava calminha, quietinha, daí a doutora, deu um tapa nela, e ela começou a chorar, minha vontade era de socá-la de tanta raiva. Como ela ousa bater na minha filha? -Disse realmente irritada. Tanto minha mãe quanto Ashley começaram a rir. –Não entendi a piada.  Pode me esplicar?

-Oh meu bem, ela não fez por querer, é que os bebês normalmente choram quando nascem, e como ela não chorou, ela quis se certificar de que sua filha estava bem. –Disse minha mãe.

-Claro que ela não tava bem, como poderia estar bem sendo recepcionada neste novo mundo às tapas.

-Da forma que você fala Van, parece até que ela espancou a garota. Foi só um tapinha de leve. Ela é experiente, não faria nada que pudesse machucar sua filha. –Disse Ash, ainda rindo.

-Sei, mas mesmo assim não gostei. –Disse ainda emburrada.

  Fiquei enchendo minha filhota de beijinhos e cheirinhos. Não queria mais solta-la. Queria Zac aqui, comigo e com ela. Juntos. Será que ele estava bem? O que tava acontecendo com ele? Ai, como eu queria notícias dele.

(...)

  Após dois dias fomos para casa.

-Chegamos minha princesa. –Disse sorrindo para Sophie. –Você vai adorar sua casa, viu amor?!

  A levei para conhecer sua nova casa, agora mais confortável, espaçosa e fresquinha. Serio mesmo, deve ser horrível ficar nove meses dentro de uma barriga, e logo a minha que tava tão pequena. O quarto dela seria o mesmo que o meu, eu não trabalhava, era minha mãe para tudo, e tivemos que nos mudar para uma casa menor, pois agora viriam mais despesas, e essa nova casa tinha apenas dois quartos, mas eu não ia deixar assim pra sempre né?!! Mas no meu quarto tinha um espacinho especial para ela, com berço, cômoda, um cantinho pra brinquedos, etc..Mas quando eu tivesse minha casa, ela teria um quarto só pra ela, bem grande e bonito. Logo logo vou conseguir um emprego, não posso deixar tudo nas costas da minha mãe. E, afinal, a responsabilidade sobre a minha filha é minha, e não da minha mãe.
  Foi tão bom, dar o primeiro banho, trocar a primeira fraldinha, amamentá-la, colocá-la pra dormir. É tudo novo pra mim, e eu to adorando isso. A minha mãe e a Ash chegaram até a reclamar que eu mal deixava elas chegarem perto da Sophei, mas o que eu posso fazer, se quero ela juntinho de mim o tempo todo. Mas é verdade, eu só me afastava dela, quando eu ia ao banheiro, por que até quando ia comer eu levava ela junto comigo.
 
---Zac---

  Como será que ta a Van hein? E a filha dela? Nossa, já deve estar grande, afinal, pelas minhas contas, ele já deve ter uns dez meses. Como sinto saudades de Los Angeles, dos meus pais, amigos, e da minha pequena, afinal, já tem mais de um ano que to aqui. Talvez, um dia eu volte.
  Quando estou na faculdade o tempo passa rápido, é muito bom, mas basta eu ficar sozinho que me bate uma solidão. Sinto falta da minha antiga vida. Sinto falta da minha antiga vida. Fico lembrando de quando eu saia com meus amigos, de quando levava a Van pra um programa legal, como, cinema, pick-nick, praia, essas coisas. Até das broncas dos meus pais eu sinto falta. A única coisa. Aaaa, semana passada eu voltei a ter contato com a Ash, minha amigona. Ela me disse que o bebê da Van era uma menina, deve ser tão linda quanto à mãe. Tenho que lembrar de da próxima vez que falar com ela pedir pra ver uma foto da tão famosa Sophie.

(...)

---Conversa pelo MSN---

...
Zac diz: Ash... será que você podia me mostrar uma foto da filhinha da Van? ><

Ashley diz: Pra que?

Zac diz: Só pra conhecer mesmo... pode ser?

Ashley diz: Claro, pera só um pouquinho
                  Tá ai:  

  Zac diz: ... nossa, ela é linda.

Ashley diz: É sim, minha afilhada é a coisa mais cute cute que já vi.

 (...)

  Guardei aquela foto pra mim, ela era linda, lembrava muito a Van. Eu já tinha me apaixonado por aquela garotinha linda. Queria que fosse minha filha também, eu a amaria tanto.

---Vanessa---

  Minha pequenina estava cada dia mais esperta e linda, já fazia uns barulhinhos, já queria falar, sabia apontar para aquilo que ela queria, ela é danadinha, super agitada, tem que ter muito fôlego pra acompanhar o ritmo dessa princesa. Ela já anda sozinha, e bagunça a casa toda, rsrsrsrsr. Minha bonequinha linda, aai eu paparico tanto a Sophie. Aaaa, estou trabalhando, num escritório aqui perto, de secretária, mas assim que a minha filhota crescer mais um pouquinho, vou fazer minha faculdade, tenho que dar um futuro bom pra minha bebê, e pra mim mesma também né?!
  Minha mãe me ajuda muito, cuida da Sophie enquanto estou no trabalho, mas como ela é muito pequena ainda, e eu quero aproveitar o máximo da minha gotosa, só trabalho meio expediente, assim tenho tempo pra ela.

  Essa noite, tive um sonho, nele, Zac estava aqui, e eu, ele e Sophie passeávamos à beira de uma linda praia, felizes, como um família...

--//--

 Gente desculpa, sei que não ta muito legal, mas to meio sem criatividade, mas os próximos seram melhores, prometo. E por favor comentem, to muito triste, pouquíssimas pessoas estão comentando, dá um desanimo enorme, da vontade até de nem escrever mais! LL
  E aguardem o próximo capítulo de:   DON’T ASK WAY!  *-*
                                              Bjinho!

terça-feira, março 06, 2012

Sorry!

Gente, desculpa. Sei que já tem dois dias que eu não posto, mas é que to sem inspiração, dai eu escrevi, mas ficou uma porcaria, então achei melhor deixar pra postar quando tiver algo legal, mas acho que amanha tem mais um capítulo, ok? 
                                             Bjinho!

Minha Blonde Linda!

Meu Deus! :O
Ta muito lindaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
AMEIIII!
Só não gostei de uma coisa, o cabelo dela ficou com aparência de cabelo alisado, mas ta linda do mesmo jeito.
Quando a pessoa é linda, não importa a mudança que faça, fica linda de todo jeito.
E minha DIVA é uma pessoa que foi presenteada com a beleza.
AMOOOOOOOOO! <3<3<3

E mais tarde, tem mais um capítulo de:    DON'T ASK WAY! *-*
Bjinho! 

domingo, março 04, 2012

Don't Ask Way - Capítulo quatro!


---Vanessa---

Na manhã seguinte não consegui me conter, depois de passar a noite toda chorando, e mal conseguir dormir, só pensava que eu tinha que vê-lo pelo menos mais uma única vez antes dele partir. Então liguei para minha melhor amiga, Ashley. Ela também era amiga dele, com certeza saberia o horário do seu vôo.

--Ligação--

-Amiga?

-Oi amor, você ta melhor?

-Mais ou menos, mas não foi pra isso que te liguei.

-Então me diga por quê? – Ela perguntou.

-Você sabe o horário do vôo do Zac?

-Não me diga que você vai desfazer toda essa burrada? – A Ashley era a única, além da minha mãe, que sabia a verdade sobre essa história.

-Não Ash, não vou desfazer nada. Só queria vê-lo mais uma vez.

-Oh amiga, vejo que ele não é o único que ta sofrendo com essa situação, não é? –Disse carinhosamente.

-Não Ash, não é. Então... você sabe o horário do vôo dele? –Disse para mudar de assunto.

-Sei sim, ele parte ás 10h45min. Então se quiser vê-lo, é bom correr, já são quase dez. –Disse, e eu pude notar um ar de sorriso em sua voz.

-Nossa, tem razão, to indo me arrumar então. Beijo amiga. –Desliguei.

--Fim da ligação--

 Me troquei o mais rápido que eu pude, nem ao menos tomei café da manhã. Desci as escadas correndo. Peguei a chave do carro da minha mãe, e sai. Nem me lembrei de avisá-la que ia pegar o carro, nem que ia sair, ela ia ficar uma fera comigo, mas deixa isso pra quando eu voltar, o que importa agora é que preciso vê-lo mais uma vez.

(...)

  Quando cheguei ao aeroporto, não tive coragem de ir falar com ele, fiquei apenas o observando de longe, escondi-me atrás de uma pilastra que tinha num canto, não estava muito longe dele, mas o suficiente para que ele não me notasse. Ele estava lindo, claro, numa camisa branca, calça jeans, óculos escuros, meu príncipe, agora não tão meu.
  Após alguns minutos ouvi uma voz vinda do nada dizer:  -Atenção para os passageiros do vôo 257 com destino a Massachusetts, por favor dirijam-se ao departamento três.
  Vi que ele levantou do banco em que estava sentado, então, como ele ia embora, saí do meu “esconderijo” e fui embora chorando.

---Zac---

  Era o meu vôo, olhei ao meu redor, abracei meus pais fui em direção ao departamento três, como a moça havia anunciado. No meu do caminho, olhei pra trás e vi uma moça de costas, andando com a cabeça baixa, era minha pequena, eu tinha certeza, a reconheceria em qualquer lugar, de qualquer forma, mesmo ela estando de costas. Corri até ela.

-Van?!! -Disse quando estava mais perto, ela se virou, eu a abracei fortemente, não queria nunca mais solta-la.

-O que você ta fazendo aqui? Seu vôo já vai partir. –Ela disse, e reparei que chorava. A beijei delicadamente.

-Van, eu só to indo por que você me pediu, basta você pedir que eu fico aqui, do teu lado minha pequena. Diz que se eu ficar aqui ficaremos juntos, diz? Diz...

-Não posso fazer isso Zac. Vai, antes que você perca seu vôo. –Me deu um beijo doce. Ela pegou uma fitinha em seu bolso e disse: -Toma –Amarrou em meu pulso. –No dia em que essa fitinha se partir, será o dia em que você me esqueceu totalmente. -Fez uma pausa. –Te amo.

-Então essa fitinha nunca vai partir, por que nunca vou deixar de te amar. –Ela sorriu.

-Tudo bem, agora vai.

  Eu a abracei, e depois fui em direção ao tal departamento que a moça havia dito. Muitos podem estar pensando: Cara, se você quisesse mesmo ficar com ela, ficava ela pedindo ou não. Mas a questão é, se eu ficar e ela me ignorar? Por que eu seu que ela me ama, mas por algum motivo, não me quer ao seu lado. Então, se ela me “rejeitar” vou sofrer tanto quanto ficar longe dela.

(...)

  Já tem dois meses que to aqui, em Harvard. Gostei daqui, Massachusetts é muito bacana, se não fosse a saudade da minha pequena, talvez eu até estivesse curtindo ficar aqui. Por falar nela, e eu sempre falo, como será que ela está? Queria tanto falar com ela, mas ela mudou o número do celular, na casa dela ninguém atende. Deve estar fugindo de mim.

---Vanessa---

  Bom, como já era de se imaginar, eu estou morrendo de saudade do meu príncipe. Queria noticias dele, mas não posso ligar pra ele, por que ele pode achar que quero que ele volte, o que é verdade, mas ele tem que pensar que estou bem sem ele.
  Agora falando de coisas boas, eu tenho feito o pré-natal esses meses, tudo direitinho, a doutora disse que meu bebê ta saudável e que to cuidando direitinho dele. Nossa, to tão ansiosa, não vejo a hora dele nascer.

(...)

---Zac---

  Bom, pelas minhas contas, o bebê da Van nasce esse mês. Queria tanto que esse filho fosse meu, e que eu estivesse do lado dela. E mesmo que não fosse meu filho, eu queria estar do lado dela agora.
  Bom, nesses oito meses que eu to aqui em Massachusetts, foram até legais, tirando a saudade da minha família, amigos e principalmente da minha pequena. Vou confessar que até tentei namorar uma garota daqui, a Wendy, ela é bacana, mas ninguém nunca vai conseguir tomar o lugar da Van.
  A faculdade ta maravilhosa, to fazendo o que eu amo, Medicina Veterinária, na verdade vou me especializar em animais silvestres, que são os que mais me fascinam, amo animais. A Van adorava a maneira como eu defendia os animais, ela dizia que não era comum ver um homem os defendendo.
  Vocês notaram que sobre tudo que eu falo, eu tenho que me referia a Van? Não importa qual seja o assunto, ela sempre está envolvida. É, saiu da minha vida, mas não da minha mente. Ai como sinto sua falta princesa.

---Vanessa---

  Antes eu achava que tinha algo de errado comigo, por que, eu com quase nove meses tenho a barriga do tamanho de uma mulher grávida de sete meses. Mas a doutora falou que não tem problema algum, que é normal, alguns bebês são menores que outros, e disse também que era mais normal ainda por que a mãe (eu) sou baixinha, daí é meio que genético, o bebê pode ser pequeno também. Minha filhinha deve ser tão linda. Ops, eu esqueci de dizer, é uma menina, a menininha mais linda e amada do mundo todo. Já deu pra perceber que mesmo minha filha não tendo nascido ainda, sou a mãe mais coruja do mundo, né? Rsrsrsrs.

(...)

-Mamãe? MAMÃÃÃÃÃE? –Gritei.

-O que houve meu amor? –Ela disse assustada entrando no meu quarto.

- Ta doendo muito, acho que minha filhinha vai nascer mãe. –Eu disse ofegante.

-Oh meu Deus, vou chamar um taxi para nos levar ao hospital. –Ela pegou o telefone, ligou pra um taxista. Me ajudou a descer as escadas, com a bolsa. Entramos no taxi, e fomos para o hospital. Chegando lá fui logo atendida, a minha obstetra disse que minha filha nasceria em menos de uma hora. Quando eu estava a caminho da sala de parto, a Ashley chegou, ela e minha mãe me desejaram boa sorte.

-Ash... quando minha filha sair dessa sala... não tire os olhos dela, ok? –Disse em meio a gemidos, eu estava com muito dor. –Por favor... fique do lado dela o tempo todo, e não deixe que ninguém a pegue no colo... se puder não deixe nem que a olhem, não quero correr o risco de perder minha bebê, ok?

-Pode deixar amiga, não vou tirar os olhos da minha afilhada, ela vai estar segura, não se preocupe. –Ela sorriu, e eu a acompanhei.

  Me levaram pra tal sala de parto, eu sentia dores insuportáveis. Lembrava de Zac. Imaginava como seria nossa filha. A minha médica me mandava fazer muita força, eu já não agüentava mais, acho que ela não era tão pequena assim, pois estava fazendo um estrago e tanto. Rsrsrsrs. Nossa, como ainda consigo fazer piadas numa hora dessas.

-Só mais um pouquinho Van. –Mais um grito meu. –Pronto, sua filhinha já está em minha mãos. –Disse a minha obstetra.

--//--

Então? Gostaram? Gente, poucas pessoas comentaram, e a decisão foi unanime, então a filha deles vai mesmo se chamar Sophie. *-*

ps: Tem poucos comentários, to achando que vocês não estão gostando da fic...
Comentemmm...  

E aguardem mais um capítulo de:   DON’T ASK WAY!   *-*
                                                     Bjinho!

Me ajudem?!!!

  Bom, é o seguinte, eu criei essa fic a mais ou menos um ano, só que nunca passei pro papel, nem pro pc, mas ainda lembro de muita coisa dela, e a medida que eu vou escrevendo, vou lembrando de detalhes e tendo ideias para outras coisas, ou seja, essa provavelmente, é melhor que a "original".
  Mas, enfim, o que eu quero dizer é que, vocês sabem que a Vanessa vai ter um filho, do Zac (mas ele não sabe), e na fic "original" é uma menina, e se chamava Lily, só que a talvez namorada de Zac na vida real é Lily, e não queria fazer essa "homenagem" á ela. Pronto desabafei, odeio essa tal de Lily Collins. :@
  Então estou em busca de outro nome para filhinha deles, mas tenho muuuuuita dúvida, dai eu vou colocar os nomes que eu pensei aqui embaixo, e queria que vocês comentassem dizendo qual mais gostaram, pode ser??


1º) Giulia (sotaque italiano, a pronúncia seria "djiulhia", mas ou menos assim, Adoro esse nome)
2º) Bella (fãs de crepúsculo, por favor não votem apenas pela personagem do filme,mas sim pela beleza do nome, ok? kkkkkk   ps: também adoro crepúsculo)
3º) Sophie ( pronuncia = Sofí; particularmente é o meu preferido, não sei porque mais AMO esse nome, se eu tiver uma filha se chamará Sophie, e se eu tiver duas a outra será Giulia Vanessa, em homenagem a minha Linda Diva, Vanessa Hudgens, claroooooo!)
  Bom, está ai, digam qual vocês preferem, mas mesmo assim eu vou dar aminha opinião também, ok??!

  E aguardem o próximo capítulo de:  DON'T ASK WAY! *-*
                                                                         Bjinho!

sábado, março 03, 2012

Don't Ask Way - Capítulo três


   --Zac--

-Quem é esse cara? –Perguntei, sem me importar em deixá-la perceber o tom de ciúmes em minha voz.

-Pra que você quer saber? Isso não te interessa. –Ela disse friamente. Mas notei que seus olhos estavam brilhando, lágrimas com certeza.

-Claro que me interessa. Quero saber quem foi que te roubou de mim. –Falei num tom um pouco mais elevado. Percebi que aquelas palavras tinham de certa forma, mexido com ela.

-Não importa agora. Já passou, acabou. –Essa última palavra saiu de sua boca de forma quase inaudível, e então eu tive certeza de que ela ainda me ama.

-Meu amor, por que você ta fazendo isso com a gente? Por que essa história de gravidez? Caramba, o que eu fiz? –Estava me desesperando.

-Zac, eu realmente to grávida. –Ela tirou um papel da segunda gaveta do criado mudo ao lado da sua cama, e me entregou. –Toma, ta aí o exame, não to mentindo.

  Peguei o papel com medo de abri-lo, não queria ver que aquilo era realmente verdade. Li com calma senti uma tristeza maior do que a que eu já estava sentindo. Joguei o exame em cima da cama.

-Acredita em mim agora? –Ela perguntou, como que pra aumentar mais ainda minha dor.

-Sim. –Foi a única coisa que consegui dizer. Após alguns minutos de silencio, eu finalmente consegui colocar minha cabeça em ordem.

-Van, esse cara sabe do bebê? –Vi sua expressão confusa diante da pergunta que eu havia feito.

-... Hãn?

-É, ele sabe do bebê? Vai ficar do teu lado? Vocês tão juntos? –Eu estava tão nervoso que parecia uma máquina, fazendo várias perguntas ao mesmo tempo.

-Claro que vai. –Ela não demonstrou firmeza ao responder.

-O que ta acontecendo? Me fala, você engravidou sem querer? Ele te obrigou a dormir com ele foi? Responde por favor? –Eu me desesperava.

-Não. Ele não me obrigou a nada, fiquei com ele por que eu quis. Engravidei por um descuido. Zac.. vai embora.

-Não. Van me escuta. Eu te amo, e não importa pra mim que você esteja esperando um filho de outro. Eu quero que continuemos juntos mesmo assim, e... vou cuidar bem do seu filho...

-O que? –Ela estava quase chorando, pude perceber. –Eu não te amo mais, você não consegue ver isso?

-Claro que me ama. Sua boca diz que não, mas em seus olhos eu vejo que você ainda é minha. –Me aproximei dela, estava chorando, e ela também. Me sentei em sua cama de frente pra ela, segurei seu rosto cuidadosamente com as duas mãos, ela me olhou, parecia suplicar pelo meu amor, porém era como se algo a impedisse de fazer isso. Beijei levemente seus lábios, e pra minha surpresa, ela não recusou o beijo. Ela me amava, não me restavam dúvidas disso.


--Vanessa--


  Não pude resistir. Quando vi aqueles lindos olhos azuis me encarando tão de perto, foi como se eu tivesse hipnotizada. E quando ele tocou meus lábios, me deu uma vontade imensa de agarrá-lo e nunca mais soltar. Mas depois consegui retomar a mim, e me afastei.

-Meu amor, por favor, diz que isso tudo foi um grande pesadelo, e que nada disso é verdade? –Disse ele, enquanto colocava uma mercha do meu cabelo atrás da minha orelha.

  Eu não conseguia mais mentir, então falei apenas a única verdade que existia nessa história toda.

-Não Zac. Não é um pesadelo, está realmente acontecendo, eu não queria, mas está. Por favor, faz o que eu to te pedindo? Vai pra Harvard, vai ficar tudo bem comigo e com o bebê. Vai, e me esquece, ta? É o melhor que você pode fazer. É melhor assim, pra gente, pra nós três. –Disse entre soluços e lágrimas.

-Meu amor, eu não posso te deixar aqui, e eu nunca vou te esquecer, por mais que eu tente. –Disse encostando a sua testa na minha, ele ainda segurava meu rosto. Me olhou fixamente e sussurrou

-Eu te amo.

  Então fiz a ultima coisa que eu queria fazer.

-Então, se você me ama, faz o que eu to te pedindo? Eu sei o que to fazendo, é melhor assim, por favor?

-Mas amor... -O interrompi.

-Por favor? Faz o que eu to te pedindo?

-Me explica o porquê disso então?

-Eu já disse, estou grávida de outro.

-Eu te quero mesmo assim.-Eu não podia acreditar, o quão maravilhoso ele era, mesmo eu dizendo que estava grávida de outro, ele insistia em querer ficar do meu lado. Não pude conter o choro.

-Mas eu não quero ficar com você assim. Não quero isso. É errado. Não posso. Zac, você sabe que eu te amo, e sempre vou amar, mas agora, é o certo a fazer, confia em mim?

Após respirar fundo, ele enfim respondeu: - Tudo bem, em confio em você. Se você diz que é melhor assim, eu confio meu amor. Mas eu vou levar você aqui.  –Colocou minha mão em seu peito. –Você sabe que esse lugar aqui dentro de mim é só seu, não sabe? – Não consegui dizer nada, apenas assenti, e dei um leve sorriso em meio a tanto choro.

 Ele então me deu mais um leve beijo, acariciou meu rosto, sussurrou que me amava em meu ouvido, e levantou. Parou em frente a porta, me olhou, ainda chorando e disse: 

-Vai se despedir de mim amanha no aeroporto? – Apenas respondi que não com a cabeça, ele olhou para baixou, e disse de maneira quase inaudível: 

-Tudo bem. – E se foi.

---//---

Então? Triste não? Comentem bastante ta? Quero muito a opinião de vocês.
Logo mais tem mais um capítulo de:   DON'T ASK WAY! *-*
                                          Bjinho!

Nossa, nossa, assim você me mata Zac! *-*


Olha que príncipe mais lindo! *-*
Assim você me mata hein Zac?!!  kkkkk
Muito lindo! 
E vejam que fofo, uma das viagens mais legais da vida dele foi com Vanessa *--*
Minhas esperanças quanto a esses dois nunca vão acabar.

Ps: Logo mais tem mais um capítulo de:         Don't Ask Way!

Bjinho!

sexta-feira, março 02, 2012

Don't Ask Way - Capítulo dois


-Bom mamãe, a verdade é que, você sabe, Zac  foi meu primeiro e único namorado..

-Sei sim Van. -Disse ela bastante calma.

-Então, lembra que você dizia que eu só poderia namorar depois dos quinze anos? -Ela respondeu que sim com um gesto de cabeça. -Então no dia seguinte ao meu aniversario em que fiz quinze anos, ele veio aqui em casa e me pediu em namoro. - Logo surgiu um sorriso em meu rosto, só de relembrar a cena, Zac que na época tinha dezesseis anos, sentando-se no sofá da minha casa, as mãos suando, ele tava impaciente, ficou lindo todo gaguinho quando minha mãe perguntou o que ele gostaria de conversar com ela. Na hora tive vontade de rir, mas o nervosismo não deixou. Confesso que também estava muito impaciente em saber qual seria a resposta da minha mãe depois de ouvir ele pedi a ela para namorar comigo. Depois de alguns minutos de conversa e recomendações, essas coisas de mãe, enfim ela deixou. Mal sabia ela que eu e ele já estávamos “ficando” há uns dois meses, e estávamos completamente apaixonados.
   Ela sorriu ao ver meu rosto, estava sereno, calmo e feliz em lembrar esses momentos maravilhosos, ela sabia que, com ele, eu era muito mais que feliz.

-Bom, de lá pra cá, já se passaram um ano e um mês.. -O ano mais feliz da minha vida, com certeza. Zac é o tipo de namorado perfeito, é carinhoso, inteligente, lindo, fofo, gentil, simpático, limpinho, ciumento, mas de forma que não chega a ser chato, é super legal, ele sempre tem uma idéia pra um programa diferente, sair com ele é maravilhoso, ele é extremamente atencioso, e muito cheiroso. -E...bom, mãe, você sabe, a gente... -Pela primeira vez fiquei sem jeito pra conversas com minha mãe. Ela entendeu o meu constrangimento.

-Vocês.. transaram? É isso que você ta toda enrolada pra me dizer? –Ela perguntou super calma, confesso que achei meio estranho esse comportamento dela.

-Bom.. é sim mamãe. -Eu não vi, mas provavelmente meu rosto estava vermelho de tanto constrangimento. Ela respirou fundo e disse:

-Eu já esperava meu bem, só não pensei que você fosse esconder isso de mim. Sempre fomos tão amigas, nunca escondemos nada uma da outra. -Ela disse e me senti mal, ela tinha razão sempre fomos muito amigas, não tinha necessidade de esconder nada dela.

-Desculpa mãe, mas na hora eu.. fiquei sem jeito de te falar isso. -Ela deu um leve sorriso e então pediu pra que eu continuasse a lhe explicar o que havia acontecido.

-Já tem alguns meses que isso acontece sabe..

-Quantos exatamente? -Ela perguntou.

-Há três meses. -Respondi. - Olha mamãe, eu juro, juro de verdade, a gente sempre se preveniu direitinho viu! Juro. Nunca  esquecemos de nos proteger nem ao menos uma vez.
-Eu confio em você meu bem.

-Mas, mesmo assim, não sei como, mas... Eu to grávida mãe, desculpa, mas não foi exatamente culpa minha, eu juro que a gente sempre fez tudo certinho, mas sei lá como isso foi acontecer, desculpa.. -Meus olhos já se enchiam de lágrimas, estava aguardando a bronca que ela me daria por ser tão irresponsável, mas eu não tive culpa, fiz tudo certo, mas acidentes acontecem, né?

-Eu acredito em você meu amor, se você diz que tomou cuidado, eu acredito, deve ter acontecido um acidente, não é? -Disse ela, pra minha surpresa.

-Você não está com vontade de me matar? -Disse meio confusa.

-Não meu amor, eu acredito em você. -Ai, com certeza eu tinha a melhor mãe do mundo. -Mas agora teremos muito mais responsabilidades e questões para resolver, viu moça?!!

-Certo, mas como eu dizia, há duas semanas descobri que estou grávida, e por isso menti para o Zac.

-Como assim, mentiu? -Perguntou confusa.

-Disse que o tinha traído e que o bebê é de outro.

-Filha, você não pode fazer isso. Ele é o pai desse bebê, você não pode esconder isso dele.
-E melhor assim mamãe, veja: Se eu disser que estou grávida, ele jamais irá para Harvard, deixará para ir próximo ano comigo, mas com um bebê, como vou poder me dedicar à escola? Não, posso fazê-lo ficar aqui, sem um diploma, sem um emprego bom, sustentando a mim e a esse bebê pra sempre. É injusto, ele sempre foi estudioso, esforçado, merece ir para uma boa universidade, e ter uma vida boa. E aqui, sem formação, ele nunca terá o que merece. –Minhas lágrimas me molhavam o rosto, não a enxerguei, apenas senti seu abraço forte, como se quisesse passar meu sofrimento para ela.

-Oh meu bebê! Eu sei que você quer o melhor pra ele, mas não acha que ele deve saber desse filho?

-Não mamãe, ele vai ser mais feliz assim, e eu já me decidi. Ele vai ser um ótimo profissional, vai encontrar algue... -Pensar na possibilidade de vê-lo com outra, era como se meu coração se rasgasse ao meio.

-E você meu bem? Não merece ser feliz também? Ao lado de quem você ama? -Minha mãe perguntou.

-Mas um pedacinho dele vai estar aqui comigo mamãe, esse bebê é uma partezinha dele, que vai estar ao meu lado sempre. -Disse passando a mão sobre meu ventre, já começava a imaginar meu bebê, lindo como o pai dele.

-Certo meu amor. Se você já tomou essa decisão, não sou eu que vou mudá-la. Mas, qual foi a reação dele quando você disse que estava esperando um filho de outro. –É eu não queria que ela me fizesse essa pergunta, não queria lembrar daquele momento.

----Flash Back----

-Oi amor! –Disse o homem mais lindo do mundo. Tentou me beijar, mas me esquivei.

-Oi Zac! –Respondi da maneira mais fria que consegui.

-Aconteceu alguma coisa amor? –Perguntou confuso.

-Sim, aconteceu. Vou ser bem direta. Acabou! Não quero mais namorar você, desculpa, eu não queria te magoar, mas não quero mentir. –Me segurei para não chorar, e não dizer que na verdade eu o amo, e só estou fazendo isso para o bem dele.

-Como assim? Vanessa, você ficou maluca? Até ontem estávamos bem, por que isso de uma hora pra outra? –Ele tava confuso e triste, eu percebi.

-Não é de uma hora pra outra, faz um tempo que estou apaixonada por outro, mas não sabia como te dizer, mas agora que apareceu uma oportunidade, achei melhor contar de uma vez. Eu o amo, não amo mais você. Desculpa! –“Não acredita em mim, meu amor, eu te amo sim.” Era o que eu realmente queria dizer.

-Que oportunidade? –Vi que algumas lágrimas caiam dos olhos dele, e me deu vontade de desfazer tudo, mas eu não podia.

-Estou grávida, dele. –Vi sua expressão de dor, era como se eu tivesse dado uma facada em seu peito.

-Não posso acreditar. Por favor, me diz que isso não é verdade? –Disse olhando pra baixo, possivelmente tentando esconder as lágrimas, mas era tarde.

-Não, é tudo verdade. Sinto muito por te magoar, espero que um dia você me perdoe. 
–Saí dali o mais rápido que pude, mal virei às costas e vi que meu rosto já se encontrava completamente molhado por minhas lágrimas.

 ----Flash Back----

-Oh meu amor! Ele deve ter ficado arrasado. –Disse minha mãe, após me ouvir contar tudo isso.

-Eu sei, mas foi melhor assim, acredita em mim. –Falei um pouco mais calma.

  Fomos interrompidas pela campanhia que tocava. Minha mãe foi atender, ap´s alguns minutos, ela volta..

-O Zac ta aí embaixo filha, disse que quer falar com você.

-Não vou atendê-lo mamãe.

-Ele disse que vai ser rápido.

-Tudo bem, mande-o subir.

  Ela se foi, segundos depois, Zac aparece a minha frente. Lindo como sempre, camisa pólo cinza, calça jeans escura, tênis. Meu príncipe, como eu costumava chamá-lo.

-O que você quer? –Eu não queria, mas tive quer parecer dura e fria ou ele não acreditaria.

-Vamos conversar, só um pouquinho? –Me arrepiei com o som da sua voz rouca e sensual de sempre.

-Tudo o que eu tinha pra te falar, eu já falei, então..

-Mas, eu não falei o que eu tenho pra falar, então, me escuta? Por favor? –Interrompeu-me.

-Fale então. –Fingi não dar a mínima.

-.....


Esse foi bem longo né?! Espero que tenham gostado! O que será que ele quer falar pra ela? A resposta no próximo capítulo de: Don’t Ask Way!  *-*
Comentem, comentem, comentem, quero saber o que vocês acharam!
                                            Bjinho!

quinta-feira, março 01, 2012

Don’t Ask Way – Capítulo um.


 --Vanessa--

 Minha visão estava embaçada, não conseguia ver nada além de um palmo a minha frente. Ouvi minha mãe me chamar e perguntar o que eu tinha, não respondi, apenas corri em direção ao meu quarto, me tranquei, não queria falar com ninguém naquele momento. Apenas chorar!
  Tenho sorte de ter a mãe que tenho, minha amiga, sabe exatamente do que preciso, e naquele momento ela sabia qual era o motivo do meu choro, com certeza tinha que ter a ver com o Zac, então ela deu um tempo, deixou que eu me acalmasse.
  Na hora do jantar, ela sabia que eu não desceria até a sala, muito menos comeria algo. Ela levou um sanduíche até o meu quarto:

-Filha, trouxe uma coisinha pra você, abre a porta? –Disse Gina, minha mãe.

-Não quero nada mamãe. –Respondi, com a voz um pouco embargada, por causa das lágrimas que ainda insistiam em cair dos meus olhos.

-Vai meu amor, você vai gostar. É seu sanduíche preferido, querida. –Insistia ela. – E também, queria conversar com você, claro, se você quiser desabafar comigo né?

  Abri a porta, sabia que precisava conversar com alguém, e esse alguém seria nada mais, nada menos que minha mãe, minha conselheira. Ela entrou em silêncio, sentou-se na borda da minha cama, colocou a bandeja com o suco e o sanduíche em cima da mesma, me olhou e disse:

-Qual o motivo desses olhinhos vermelhos?

  Na mesma hora, chorei mais ainda, só de lembra do que eu acabara de fazer...Oh Meu Deus, vou ser infeliz pra sempre, mas tenho consciência de que fiz o certo, disso eu tenho certeza. Lancei-me no colo da minha mãe, ela logo me abraçou, e em seguida começou a me fazer aquele cafuné gostoso que só mãe sabe fazer. Ficamos ali, caladas, quietinhas por alguns minutos, então, quando eu estava mais calma, ela refez a pergunta:  - Então meu amor, qual o motivo desses olhinhos vermelhos? –Disse da forma mais meiga possível.

-Só que eu decidi ser infeliz pra sempre mamãe. –Disse ainda soluçando um pouco.
Ela me olhou espantada, com cara de quem espera explicação melhor, e então eu falei:

-Eu terminei com o Zac mamãe. E semana que vem ele vai pra Harvard, Harvard mamãe, a senhora sabe onde fica Harvard? Em  Massachusetts fica muito longe daqui. -As lagrimas voltaram a brotar em meus olhos, e logo caíram.

-Ooo meu bem, não fique assim, essas coisas acontecem, e pense no futuro maravilhoso que ele terá indo para Harvard. E você meu amor, não é muito diferente dele, você só vai pra universidade próximo ano, mas quem sabe você não vai para Harvard também, e vocês se encontram por lá? –Ela disse na tentativa de fazer eu me aclamar.

-Eu sei mamãe, por isso mesmo que preferi terminar com ele.

-Como assim? Eu achei que ele tinha terminado, por que iria para outro estado, mas, foi você que terminou? Por quê? –Perguntou ela sem entender.

-É que, Harvard o aceitou, mas ele disse que não iria, deixaria para ir ano que vem, comigo. -Mais e mais lagrimas, agora elas caiam descontroladamente.

-Então meu bem, esse garoto realmente te ama muito, porque para desistir de algo tão maravilhoso como Harvard para lhe esperar, tem que amar muito. -Ela pensou um pouco. – Espera Van, eu não to entendendo mais nada, você tinha dito que vocês terminaram porque ele vai para Harvard, agora você diz que ele falou em ir apenas no ano que vem, não entendo..

-Bem mamãe, acho melhor lhe contar tudo de uma vez, mas te peço por favor, não me julgue, pelo menos não nesse primeiro momento, estou muito frágil para receber sermão, sim?

-Claro meu amor, entendo, mas não me esconda nada, ok? -Disse ela. Apenas assenti e comecei a contar-lhe tudo o que havia acontecido...
                    -- // --

Gostaram??? Espero ter atendido as expectativas de vocês. Bom, logo logo tem mais, e .. O que será que realmente aconteceu?? Aguardem o próximo capítulo.   Muitas emoções estão por vir, em:          Don't Ask Way!
         E comentem, preciso saber o que vocês estão achando, tah?!
                                 Bjinhos!